Leia trechos da reportagem.
É nas matas de Atibaia, no interior de São Paulo, que fica o sítio Santa Bárbara, no qual a Odebrecht gastou R$ 700 mil em reformas.
No papel, o sítio está em nome de um amigo de Lula e do sócio de um dos filhos dele – Fábio Luís, aquele que enriqueceu graças à parceria empresarial com a telefônica Oi.
Lula nega ser dono do sítio e disse, por meio de assessoria, frequentar o local somente em “dias de descanso”.

As evidências obtidas por ÉPOCA, porém, confrontam fortemente a versão do ex-presidente. A cada cinco dias, um segurança de Lula era deslocado para Atibaia.
A revista mapeou os dados a partir das diárias dos sete servidores que fizeram parte da equipe de segurança do ex-presidente. No total, eles receberam 968 diárias da presidência, custando R$ 189 mil.
Os dados mostram que, em muitos casos, os seguranças tiveram de alternar turnos em Atibaia, como forma de garantir que assim sempre estivesse alguém na cidade num determinado período.
A versão de Lula para o caso do sítio é clara. Segundo a assessoria de imprensa de Lula, “o ex-presidente Lula e também Dona Marisa, frequentam em dias de descanso um sítio de propriedade de amigos da família na cidade de Atibaia”.
Para fazer essas 111 viagens, os seguranças de Lula pernoitaram um total de 283 vezes em Atibaia.
epoca.com
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