O deputado federal paraibano Efraim Filho
(Democratas) lamentou as diversas agressões sofridas por jornalistas de
diversos meios de comunicação durante a condução coercitiva do ex-presidente
Lula e condenou o que classificou de um verdadeiro atentado à liberdade e à
democracia. “A pena tem que ser dura e a lei deve ser aplicada, caso contrário
teremos um prejuízo incalculável à liberdade de imprensa, ao livre exercício da
profissão de jornalista”, afirmou.
- É algo inadmissível ver e ouvir aqueles que dizem
ter lutado pela democracia, e defendido a liberdade de imprensa, praticarem os
atos mais covardes contra os jornalistas e meios de comunicação do nosso País –
lamentou o deputado.
O deputado relatou a preocupação em aperfeiçoar a
legislação para combater de forma mais dura a violência contra a imprensa. Ele
lembrou casos mais recentes de assassinatos a repórteres do Maranhão e Ponta
Porã (MT) que engrossam uma estatística alarmante. De acordo com a ONG S uíça
Campanha Emblema de Imprensa (PEC, sigla em inglês), o Brasil é o segundo país
mais perigoso do mundo para os profissionais de imprensa, atrás apenas da
Síria. Segundo a entidade, 42 jornalistas foram mortos entre 1982 e 2007 e, em
2012, quatro foram assassinados no País.

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