terça-feira, 29 de março de 2016

Sem notícias nessa categoria Bandeira tarifária de abril é verde

A bandeira para o mês de abril será verde, sem custo para os consumidores. Três fatores principais contribuíram para a bandeira verde: a evolução positiva do período úmido de 2016, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas; o aumento de energia disponível com redução de demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro

A bandeira para o mês de abril será verde, sem custo para os consumidores. Três fatores principais contribuíram para a bandeira verde: a evolução positiva do período úmido de 2016, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas; o aumento de energia disponível com redução de demanda; e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro. Criado pela ANEEL, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza com precisão o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente da energia elétrica.

A Diretoria da ANEEL, em sua reunião pública desta terça-feira (29/3), determinou o acionamento da bandeira verde para todo o Brasil, no mês de abril, a partir da simulação dos custos a serem cobertos pela Conta Bandeiras Tarifárias, de forma a assegurar o equilíbrio entre usos e recursos e sinalizar aos consumidores o custo real da energia elétrica.

O funcionamento das bandeiras tarifárias é simples: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Com as bandeiras, a conta de luz fica mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

A bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz: é uma forma diferente de apresentar um valor que já está na conta de energia, mas que geralmente passa despercebido. As bandeiras sinalizam, mês a mês, o custo de geração da energia elétrica que será cobrada dos consumidores. Não existe, portanto, um novo custo, mas um sinal de preço que sinaliza para o consumidor o custo real da geração no momento em que ele está consumindo a energia, dando a oportunidade de adaptar seu consumo, se assim desejar.

Antes das bandeiras, as variações que ocorriam nos custos de geração de energia, para mais ou para menos, eram repassados em até doze meses, no reajuste tarifário anual da distribuidora – o que aumentava os índices de reajuste. Com o sistema, as bandeiras não interferem nos itens passíveis de repasse tarifário.

A bandeira é aplicada a todos os consumidores, multiplicando-se o consumo (em quilowatts-hora, kWh) pelo valor da bandeira (em reais), se ela for amarela ou vermelha. Em bandeira vermelha, o adicional é de R$ 3,00 (patamar 1) e R$ 4,50 (patamar 2), aplicados a cada 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos. A bandeira amarela representa R$ 1,50, aplicados a cada 100 kWh (e suas frações). Se o consumo mensal foi de 60 kWh, por exemplo, no primeiro patamar de bandeira vermelha o adicional seria de 0,6 * R$ 3,00 = R$ 1,80. A esses valores são acrescentados os impostos vigentes.

Histórico

O sistema de bandeiras tarifárias foi regulamentado pela ANEEL em dezembro de 2012. De julho de 2013 a dezembro de 2014, as bandeiras tarifárias foram divulgadas em caráter didático, sem a cobrança, com o objetivo de o consumidor familiarizar-se com as bandeiras – que então eram divididas por quatro submercados.

A cobrança começou em janeiro de 2015 e, a partir de março desse ano, a divisão por submercado deu lugar a uma única bandeira para todo o sistema interligado nacional.

A incidência da bandeira vermelha durante 2015 se deu em função do rigoroso período seco pelo qual o país passou e que afetou principalmente os reservatórios das usinas hidrelétricas e motivou a utilização das termelétricas para suprir o sistema.

Até fevereiro de 2015, as bandeiras tarifárias consideravam somente os custos variáveis das usinas térmicas que eram utilizadas na geração de energia. Para cada 100 kWh consumidos (ou suas frações), a bandeira vermelha era de R$ 3,00 e a amarela de R$ 1,50.

A partir de março de 2015, com o aprimoramento do sistema, todos os custos de geração, que variam conforme o cenário hidrológico, passaram a compor o cálculo das bandeiras. Com isso, a partir de 1º de março, para cada 100 kWh consumidos (e suas frações), a bandeira vermelha passou a ser de R$ 5,50 e a amarela de R$ 2,50.

A partir de 1º de setembro de 2015, a bandeira tarifária vermelha foi reduzida de R$5,50 para R$4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos (ou suas frações).

Em 1º de fevereiro de 2016 a bandeira vermelha passou a ter dois patamares: R$ 3,00 e R$ 4,50, aplicados a cada 100 kWh (quilowatt-hora) consumidos. Também a bandeira amarela teve seu valor reduzido e passou de R$ 2,50 a R$ 1,50, aplicados a cada 100 kWh (e suas frações)

Novo Mapa Urbano de Cajazeiras será apresentado à Câmara Municipal esta semana

A Prefeitura de Cajazeiras por meio da Secretaria de Planejamento (Seplan) apresenta esta semana o novo mapa urbano da cidade com as mais recentes definições do perímetro urbano, bem como as denominações de ruas e bairros.
De acordo com o secretário Joselito Feitosa, o novo mapa urbano será apresentado na Câmara Municipal para que os vereadores possam votar. “O trabalho foi feito com intuito de facilitar a vida dos cajazeirenses”, disse Joselito.
Conforme Joselito, a equipe técnica visitou os bairros, averiguando in loco e confrontando com as leis aprovadas pelo legislativo cajazeirense. “Nosso propósito é solucionar a problemática de ruas sem denominação, bem como unificar as ruas que estão com denominação duplicada”, disse ele.
O trabalho minucioso contou com o empenho de uma equipe de técnicos em edificações, estagiários do IFPB, além de fiscais de obras.
Secom

segunda-feira, 28 de março de 2016

Supremo desarquiva ações contra Serra e ex-ministros de FHC


São Paulo – A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal, presidida pelo ministro Luis Roberto Barroso, derrubou no último dia 15 o arquivamento de duas ações de reparação de danos por improbidade administrativa contra os ex-ministros Pedro Malan (Fazenda), José Serra (Planejamento) e Pedro Parente (Casa Civil), entre outros integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002).
O arquivamento havia sido determinado, em abril de 2008, pelo ministro Gilmar Mendes. A decisão da 1ª Turma, enquanto estiver de pé, determina o prosseguimento das ações, que tramitam na 20ª e 22ª varas federais do Distrito Federal.
Ajuizadas pelo Ministério Público Federal , na gestão do procurador-geral Antônio Fernando Souza, as duas ações criminalizavam a ajuda financeira, pelo Banco Central, aos bancos Econômico e Bamerindus, em 1994, e outros atos do Proer, o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional. Uma das ações, da 22ª vara, teve sentença parcialmente procedente contra os réus.
Os ministros recorreram ao STF em 2002, com a Reclamação 2186. Arguíam que a Justiça Federal não era competente para julgá-los, e sim o STF, por terem direito à prerrogativa de foro. Pediam, então, além do julgamento de mérito, uma liminar que suspendesse de imediato a tramitação das ações.
Em 3 de outubro de 2002, três meses depois de entrar no STF, por nomeação de FHC – aprovada no Senado por 57 a 15 –, Gilmar Mendes, relator do caso, deferiu a liminar. Em 22 abril de 2008, véspera de assumir a presidência do STF, o ministro determinou o arquivamento das duas ações. Argumentou, em suas razões, que atos de improbidade administrativa, no caso concreto, constituem crimes de responsabilidade e, portanto, só podem ser julgados pelo STF.
Em 12 de maio daquele ano, o então procurador-geral Antônio Fernando Souza contestou a decisão de Mendes, em um agravo regimental. No entendimento dele, os atos de improbidade, no caso em tela, não podem ser confundidos com crime de responsabilidade, e devem, portanto, ficar na Justiça Federal.
Este recurso é que foi julgado pela 1ª Turma no dia 15 – oito ano depois. Como a reclamação caiu, as ações estão de volta às duas varas federais de origem. O escritório Arnold Wald, que representa os ex-ministros, não quis falar a respeito do caso.


Atlético termina primeira fase de forma lamentável; Paraíba comemorando a classificação



Um começo e fim de campeonato idênticos, decepcionante e acima de tudo lamentável, principalmente para a torcida que vê o time ter que participar de um quadrangular que o próprio nome já diz tudo, “Torneio da Morte”. É esse o raio-x da participação do Atlético de Cajazeiras (Trovão Azul do Sertão) na primeira fase do Campeonato Paraibano 2016.

E a derrota por 3×1 para o Sousa neste domingo (27) fechou o caixão do time que ganhou apenas uma partida e marcou somente três gols nas dez partidas disputadas, sendo o pior entre os dez clubes da competição, somando apenas cinco pontos.

Nem as últimas contratações foram suficientes para evitar o vexame do Atlético que é um sério candidato a descer para a segunda divisão, e o pior de tudo, ainda viu os principais rivais Sousa e Paraíba se classificar para a próxima fase.

Já para O Paraíba o fim da primeira fase não poderia ter sido melhor; além de conseguir a classificação, o time ainda apagou o início difícil, foi se aprimorando a cada jogo e, mesmo ainda não apresentando o melhor futebol, conseguiu resultados importantes como a goleada de hoje diante do Esporte de Patos pelo placar 4×0 num jogo marcado pelas paralisações por falta de médico no campo, mas que lhe garantiu a vaga de segundo no grupo A. O time agora terá pela frente o CSP de João Pessoa.

Os jogos:

O Atlético mais uma vez fez uma péssima partida e foi o Sousa que dominou o jogo desde o início. Desencontrado em campo e apresentando sempre as mesmas falhas em campo principalmente na zaga e no ataque, o placar acabou sendo de bom tamanho para o Trovão, que poderia ter saído com uma goleada do Marizão.

Em Cajazeiras o jogo começou de igual pra igual com as duas equipes buscando a vitória, já que era o único resultado que interessava aos dois. Mas o Paraíba foi mais eficiente e não desperdiçou as poucas chances que apareceram, com Cleytinho, França e Téo, marcando para a “Cobra Coral”.


Blog do Furão

quarta-feira, 16 de março de 2016

Moro derruba sigilo e divulga grampo de ligação entre Lula e Dilma

O juiz Sérgio Moro retirou nesta quarta-feira (16) o sigilo de interceptações telefônicas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. As conversas gravadas pela Polícia Federal incluem diálogo desta quarta com a presidente Dilma Rousseff, que o nomeou como ministro chefe da Casa Civil.

No despacho em que libera as gravações, Moro afirma que, “pelo teor dos diálogos degravados, constata-se que o ex-Presidente já sabia ou pelo menos desconfiava de que estaria sendo interceptado pela Polícia Federal, comprometendo a espontaneidade e a credibilidade de diversos dos diálogos”.

Moro afirma, ainda, que alguns diálogos sugerem que Lula já sabia das buscas feitas pela 24ª fase da Operação Lava Jato no início do mês.

O G1 procurou as assessoria da Presidência e da Casa Civil para questionar sobre as escutas, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta.

Conversa com Dilma

- Dilma: Alô

- Lula: Alô

- Dilma: Lula, deixa eu te falar uma coisa.

- Lula: Fala, querida. Ahn

- Dilma: Seguinte, eu tô mandando o 'Bessias' junto com o papel pra gente ter ele, e só usa em caso de necessidade, que é o termo de posse, tá?!

- Lula: Uhum. Tá bom, tá bom.

- Dilma: Só isso, você espera aí que ele tá indo aí.

- Lula: Tá bom, eu tô aqui, fico aguardando.

- Dilma: Tá?!

- Lula: Tá bom.

- Dilma: Tchau.

- Lula: Tchau, querida.

Influência

O juiz diz que algumas em algumas conversas se fala, aparentemente, "em tentar influenciar ou obter auxílio de autoridades do Ministério Público ou da Magistratura em favor do ex-Presidente". Moro ressalta, porém, que não há nenhum indício nas conversas, ou fora delas, de que as pessoas citadas tentaram, de fato, agido "de forma inapropriada".

"Em alguns casos, sequer há informação se a intenção em influenciar ou obter intervenção chegou a ser efetivada", observa o juiz.

Um dos casos citados por Moro faz referência à Ministra Rosa Weber do Supremo Tribunal Federal (STF), "provalvemente para obtenção de decisão favorável ao ex-Presidente na ACO 2822". Na ocasião, Weber negou pedido apresentado pela defesa do ex-presidente para suspender duas investigações sobre um triplex em Guarujá (SP) e um sítio em Atibaia (SP) ligados a ele.

"A eminente Magistrada, além de conhecida por sua extrema honradez e retidão, denegou os pleitos da Defesa do ex-Presidente", afirmou Moro.

Outro ministro que também aparece nos diálogos é Ricardo Lewandowski. "Há diálogo que sugere tentativa de se obter alguma intervenção do Exmo. Ministro Ricardo Lewandowski contra imaginária prisão do ex-Presidente, mas sequer o interlocutor logrou obter do referido Magistrado qualquer acesso nesse sentido", consignou o juiz.

Moro afirma também que há menção ao recém nomeado Ministro da Justiça Eugênio Aragão, sobre quem Lula diz que "parece nosso amigo", mas de quem reclama porque "este não teria prestado qualquer auxílo".

O juiz registra no despacho que registrou essas referências "apenas para deixar claro que as aparentes declarações pelos interlocutores em obter auxílio ou influenciar membro do Ministério Público ou da Magistratura não significa que esses últimos tenham qualquer participação nos ilícitos". Para Moro, porém, isso "não torna menos reprovável a intenção ou as tentativas de solicitação".

Envio ao STF

Ao fim do despacho, Moro informa que, diante da notícia de que Lula aceitou convite para ocupar o cargo de ministro chefe da Casa Civil, as investigações serão enviadas ao Supremo Tribunal Federal. O material deve ser enviado após a posse, que está marcada para terça-feira (22).


G1

Secretaria de Desenvolvimento Econômico fiscalizam contemplados pelo Empreender 2015

Uma equipe da Secretaria Executiva de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Cajazeiras está realizando visitas aos contemplados do Programa Empreender 2015.
O objetivo das visitas é fiscalizar os contemplados para saber como estão seus devidos empreendimentos e saber ainda quais os cursos de capacitação estão sendo mais necessários para o aperfeiçoamento dos serviços.
As visitas foram comandadas pelo diretor do Programa Empreender, Thiago Nogueira, acompanhado por Alisson Martins.
No final de 2015, esses empreendedores foram contemplados com R$ 100.000,00 (cem mil reais) através do Programa Empreender de Cajazeiras. 

Efraim diz que protestos selaram ‘atestado de óbito’ do governo

O deputado federal, Efraim Filho (DEM), avaliou, nesta segunda-feira (14), em contato com o Portal MaisPB, os protestos realizados no país contra o governo Dilma, especialmente na Paraíba.
De acordo com o parlamentar, a expressiva adesão da população às manifestações demonstrou que o governo Dilma acabou. Efraim disse que os atos selaram o fim do governo e que “entre a certidão de óbito e o enterro falta apenas o ritual”.
Efraim Filho chamou a atenção para o descrédito da presidente no país e fora dele. Ele lembrou que hoje Dilma só tem se preocupado apenas com a agenda do PT e tem esquecido de tratar da agenda do Brasil. “Ninguém mais acredita no que a presidente fala, nos projetos e ações do seu governo, pois o que ela mais tem feito é aumentar a carga de impostos para penalizar a população brasileira”, criticou.
Questionado se o resultado do ’13 de março’ vai influenciar no prosseguimento do processo que pede o impeachment da presidente Dilma Rousseff, Efraim Filho disse que o Congresso Nacional não poderá fechar os olhos para o recado das ruas em todo o país. Segundo o democrata, não só o impeachment, mas também ação que corre contra a petista no TSE ganha muita força. “A cassação de Dilma no TSE também muita força e por isso aguardamos um julgamento rápido com base nas provas que estão surgindo a cada dia”, avaliou.
Efraim adiantou que fará pronunciamento na tribuna da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (15) para avaliar os atos com a corrupção no país.
Alexandre Freire – MaisPB